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Ri-te Rita

que a vida não rima

Ri-te Rita

que a vida não rima

Serenidade outra vez

E porque fiquei a pensar no que escrevi ontem, cheguei à conclusão que as histórias, a razão de eu ler, a busca incessante das vidas dos outros, dos "porquês" e "como" daqueles que habitam em mentes diferentes da minha, já não me cativam como antes. É como se o espaço que eu tinha na mente, que antes preenchia com as histórias dos outros, estivesse a ser gradualmente preenchido com a minha própria história, deixando cada vez menos memória para gastar com a vida dos outros. Curiosamente leio cada vez mais poesia, talvez porque poemas não ocupem espaço.