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Ri-te Rita

que a vida não rima

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O tédio

Tenho descoberto nos últimos tempos que o tédio é um motor de inspiração equiparável ao amor, ao sonho e à saudade. Talvez não conheça assim tanto o universo literário, ou talvez leia livros com prazo de validade ultrapassados, mas não me passava pela cabeça que se escrevessem tantos textos e poemas, com talento e maestria, dedicados ao tédio. Sinal dos tempos! Bons sinais dos tempos em que já não há desgraças credíveis para puxar o sentimento. Ou então maus sinais dos tempos em que a desgraça já é tão vulgar que ombreia com o tédio como musa dos autores.

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