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Ri-te Rita

que a vida não rima

Ri-te Rita

que a vida não rima

O senso comum

Sempre fui uma mulher com bom senso! Nunca conclui se isso seria ou não uma boa coisa, mas sempre assim me identificaram. Não penso ser nada de mais, apenas uma certa calma em julgar razões. O bom senso sempre foi muito útil aos homens para sobreviver, principalmente quando não havia ciência que nos explicasse a verdade. E sempre julguei que fosse uma característica que se tornaria obsoleta com o desenvolvimento tecnológico. Para que precisariamos do bom senso, se teríamos a verdade. Mas qual não é o meu espanto, quando constato que cada vez mais preciso do bom senso, que as cartas da verdade foram baralhadas e o croupier não é de se confiar. Concluo então que, quanto maior é o conhecimento humano da verdade, conhecendo nós os humanos, maior é a dúvida sobre a verdade do conhecimento.