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Ri-te Rita

que a vida não rima

Ri-te Rita

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Abertura das escolas

Primeiro vou agradecer.

Este ano tem sido um ano de excepção. De medo, de adaptação e de constantes alterações. Não tem sido fácil para as escolas. Tenho dois filhos em duas escolas diferentes, e embora uma possa estar a reagir melhor que a outra a esta pandemia, sinto em ambas um esforço por parte de todos os professores, funcionários e directores para fazer o melhor possível pelos alunos e famílias. Os miúdos precisam de voltar à escola e pelas medidas implementadas sinto que estarão em segurança. Pode ser que a escola abra e depois feche e depois volte a abrir e depois a fechar. Esperemos que não, mas já mentalizei os meus filhos para isso. Mais vale aceitar com normalidade o que aí vem e tentar fazer o melhor possível em cada ocasião. Por isso obrigada às escolas!

Depois vou criticar algo que nada tem a ver com pandemias.

Quando eu era miúda as consultas no hospital não tinham hora marcada. As pessoas das aldeias saiam de casa ainda de noite para chegar ao hospital ao nascer do sol e marcar vez para a sua consulta de oftalmologia ou cardiologia ou outra qualquer. Era uma incompetência gritante dos serviços e uma estupidez pegada. Quando o referia diziam-me que não podia ser de outra maneira, que os médicos não podiam perder tempo entre consultas, e que o ministério isto e aquilo e blábláblá. A verdade era que os senhores doutores queriam despachar as consultas o mais cedo possível para depois irem para os seus consultórios particulares onde as consultas tinham hora marcada. Digo-o eu que sou filha de médico.

Mais tarde entrei na faculdade e no meu primeiro ano havia uma tradição chamada "noite de escolha de horários". Havia turmas com bons horários e outras com maus horários, e os caloiros passavam uma noite em claro a marcar vez para escolherem o melhor. Claro que passar a noite em claro era uma tradição da caloirada, mas porque raio havia bons e maus horários e não todos os horários serem assim-assim. Era para nenhum professor perder tempo? Era por causa do ministério? Ou era estupidez pegada?

Bom, voltando ao presente. Porque raio os alunos só sabem o seu horário no primeiro dia de aulas? Causa uma enorme instabilidade às famílias que têm de gerir as idas e vindas das crianças, de organizar ATL's, desportos, músicas, etc, tudo em cima do joelho...Que custa publicar os horários antes das férias, ou pelo menos no início do mês? Não sabem depois das matrículas quantas turmas a escola terá?Mesmo que o nº de alunos por turma venha a sofrer algum ajuste não há informação suficiente nessa altura para publicar as turmas e os horários que em algumas escolas até são os mesmos a cada ano? Qual é o problema? É por conveniência dos professores? É por não existirem funcionários na secretaria? É por causa do ministério? Ou é estupidez pegada?

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