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Ri-te Rita

que a vida não rima

Ri-te Rita

que a vida não rima

4 perguntas talvez parvas

1) Agora fala-se muito em limpar o mato e nas populações rurais que o limpavam que estão a desaparecer e etc. Ora, no tempo das cavernas não havia populações rurais nem urbanas. Quem limpava o mato? Se é verdade que já não há gente nas aldeias e que a agricultura está abandonada nos montes, porque não enchem as serras de coelhos, raposas, cabras, cavalos, vacas e outros animais que gostam de comer ervinhas!

2) Agora fala-se muito em plantar sobreiros e carvalhos e etc, que não propagam tanto o fogo, mas porque é que ninguém fala de plantar laranjeiras e macieiras e pereiras e etc. Talvez se a serra tivesse fruta, apareciam os tais animais, que comiam o tal mato, que propaga os tais incêndios.

3) Agora fala-se muito em níveis de CO2 e de ozono e de partículas e do aquecimento global imparável e etc, mas porque é que ninguém fala de níveis de oxigénio. É uma das perguntas existenciais que me tem acompanhado ao longo da vida! Se respiramos oxigénio, porque que raio é que falam no nível de CO2 e não no nível de O2. Eu sei que o CO2 provoca efeito estufa que provoca aquecimento global que provoca incêndios, mas se avisassem as pessoas que o oxigénio está a diminuir talvez alguns levantassem o rabinho das cadeiras onde estão sentados.

4) Agora também se fala muito que daqui a uns meses já não se falará nada. Então porque é que essas pessoas não falam sobre Arouca, que ardeu no ano passado e que continua negra, com os mesmos eucaliptos que arderam no ano passado, a renascerem à volta dos troncos ardidos, para que daqui a uns anos possam novamente arder. É fazer uns km na A1 e ir lá espreitar, não custa assim tanto!