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Ri-te Rita

que a vida não rima

Ri-te Rita

que a vida não rima

Escrever

Durante a minha vida tive alguns surtos de escrevinhanços intercalados entre períodos em que me dedico a viver. Escrevi pequenos textos, contos e poemas primeiro a caneta em folhas de papel pautado, depois na máquina de escrever em folhas de papel branco e finalmente no computador em ficheiros word. De vez em quando lembrava-me que deveria organizar tudo para memória futura e planeava passar tudo para o computador. Hoje finalmente peguei nos papéis e sentei-me ao computador. Fiquei a olhar muito tempo para aquelas palavras escritas por mim há tantos anos, com uma letra tão certa e arredondada.

Depois peguei numa caneta e comecei a passar o que tinha escrito no computador para um caderno pautado.

Porquês

Tenho andado a tentar justificar algumas das minhas opções. Ou seja, a dar porquês aos meus como. Concluí que é porque como me apetece.

Deus

Deus foi, até há bem pouco tempo, omnipresente. Foi, tempo passado, não por ter deixado de ser omnipresente, mas por ter deixado de ser Deus. Talvez as gentes se tenham sentido livres por um momento! Hoje a omnipresença está a voltar sob a forma tecnológica. Já é normal a empresa saber o que os seus funcionários escrevem, já é normal a câmara saber onde os seus os cidadãos andam, já é normal os sites saberem o que os seus utilizadores preferem, já há inclusive, edifícios onde alguns controlam onde andam, o que compram, o que comem e em quanto tempo o fazem, as pessoas que neles entram. Será novamente Deus!?